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O que está à vista

Marcas

Oito marcas entre a xícara e a janela da tarde. Cada uma descreve um ponto do dia, sem tabela.

  1. Fotografia de apresentação: Xícara na mesa.
    Xícara na mesa

    A xícara já pousada na primeira hora. A marca descreve o objeto à vista, não uma rotina de saúde nem uma marca de café.

  2. Fotografia de apresentação: Chave na porta.
    Chave na porta

    A chave no retorno da rua. A nota marca a chegada, sem dizer quem entrou e sem transformar a porta em controle.

  3. Fotografia de apresentação: Banco da praça.
    Banco da praça

    O banco no meio do percurso. Serve para situar uma pausa, sem contar quem sentou e sem tempo medido.

  4. Fotografia de apresentação: Escada do prédio.
    Escada do prédio

    A escada entre a rua e a casa. A marca nomeia o lance à vista. Não é meta de degrau nem programa de exercício.

  5. Fotografia de apresentação: Caderno da cabeceira.
    Caderno da cabeceira

    O caderno ao lado da cama, na hora quieta. A nota não publica o que foi escrito e não mede a noite.

  6. Fotografia de apresentação: Luz do corredor.
    Luz do corredor

    A luz que fica acesa quando o resto da casa já escureceu. O ponto situa a hora. Não é índice de sono.

  7. Fotografia de apresentação: Cadeira vazia.
    Cadeira vazia

    A cadeira que a mesa guarda para quem ainda chega. A marca descreve o lugar, sem lista de ausência.

  8. Fotografia de apresentação: Janela da tarde.
    Janela da tarde

    A janela que marca a mudança da luz. O clássico da casa usa esse ponto. Sem índice de sol e sem horário de produtividade.

Volta da rua

Carta

A carta da semana

Um e-mail quando a semana muda de nota. Sem plano de treino e sem ranking de idade.